Qual a classificação da hipertensão arterial? Como tratar?

A hipertensão arterial, popularmente conhecida como “pressão alta”, afeta mais de 25% da população adulta brasileira, sendo os homens o principal alvo da doença. Observa-se um aumento do número de jovens e idosos doentes, respectivamente pela ausência de hábitos saudáveis e aumento da expectativa de vida.

Publicado por Grupo Biocentro
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Qual a classificação da hipertensão arterial? Como tratar?

A hipertensão arterial, popularmente conhecida como “pressão alta”, afeta mais de 25% da população adulta brasileira, sendo os homens o principal alvo da doença. Observa-se um aumento do número de jovens e idosos doentes, respectivamente pela ausência de hábitos saudáveis e aumento da expectativa de vida.

Os principais fatores que elevam a pressão arterial estão ligados a:

·        Sedentarismo: a ausência de atividades físicas eleva as chances de desenvolver esta e outras doenças cardiovasculares.
·        Alimentação: os hábitos alimentares pobres em vitaminas e nutrientes, bem como a alta ingestão de sal, também propiciam a fisiopatologia da hipertensão.
·        Genética: a presença de casos na família já é identificada como um fator de risco.
·        Alcoolismo: o consumo diário de bebidas alcoólicas pode ser perigoso para diversas doenças, inclusive a HAS (hipertensão arterial sistêmica).
A seguir, saiba as classificações da hipertensão, e também as principais formas de tratamento!

Quais os tipos de Hipertensão Arterial?

O diagnóstico da doença será feito após o acompanhamento médico, que exige a aferição da pressão durante um intervalo de tempo (geralmente uma semana), em determinados momentos do dia. Com isso, serão analisados os dados, e uma média será estabelecida, classificado o paciente em:

1.  Normotenso

É o termo utilizado para designar o paciente com pressão arterial normal, que será igual ou inferior a 120 x 80 mmHg.

Nestes casos, não há preocupação, nem necessidade de medicamentos ou outra intervenção terapêutica.

2.  Limítrofe

Antes de classificar o indivíduo como hipertenso, ainda que este fuja da normalidade, existe a categoria limítrofe. Nela, realiza-se o acompanhamento médico e mudanças de hábitos de vida, na tentativa de prevenir a evolução.

Indivíduos que possuem aferição até 139 x 89 mmHg estão nesta categoria.

3.    Hipertenso

Dentro da classificação da hipertensão, ainda existem categorias 1, 2 e 3, criadas no intuito de direcionar o tratamento, bem como calcular o risco de outras doenças.

Nestes casos, exige-se acompanhamento médico, e muitas vezes, o tratamento é medicamentoso.

Quais as formas de tratar a doença?

Conforme visto anteriormente, com base nas classificações das doenças, decide-se a forma de tratamento. Basicamente, pode-se classificar em dois grandes grupos terapêuticos:

1.  Medicamentoso

Antigamente, os diuréticos eram sempre os fármacos de escolha para a hipertensão arterial, por eliminarem líquidos do organismo, e consequentemente, reduzirem a pressão.

Mas, atualmente, existe uma infinidade de medicamentos, que podem ser escolhidos conforme as particularidades do indivíduo.

Se você foi diagnosticado com a doença, busque um cardiologista de sua confiança para decidir qual o melhor medicamento, sempre com base em seu perfil!

2.  Não medicamentoso

Além dos remédios, existem formas mais simples e acessíveis de reduzir a pressão alta. Elas podem ser tanto utilizadas juntamente com os medicamentos, como também isoladamente no tratamento, conforme a decisão médica. A seguir, conheça algumas formas de adotá-la:

·        Prática de exercícios físicos: a atividade física equilibra as funções cardiovasculares, além de reduzir diversas doenças deste sistema.

·        Alimentação saudável: a alteração de hábitos alimentares é sempre benéfica, e juntamente, podem ser aliados alguns alimentos. O alho, a vitamina D e o chá verde, já foram comprovados cientificamente como potenciais redutores da pressão arterial.

·        Controle do estresse: a adaptação do estilo de vida e ambiente de trabalho também são necessários, com o objetivo de reduzir o número de situações estressantes diárias.

Outras medidas também podem ser recomendadas pelo seu médico. Para maiores esclarecimentos, busque um cardiologista.

E lembre-se: a prevenção é sempre a melhor forma de proteger-se desta doença!

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