Exame de raio X: mitos e verdades que você precisa saber

O raio X, também conhecido como radiografia, é um dos exames de imagem mais realizados em todo o mundo devido à sua simplicidade, praticidade e baixo custo.

Publicado por Grupo Biocentro
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Exame de raio X: mitos e verdades que você precisa saber

O raio X, também conhecido como radiografia, é um dos exames de imagem mais realizados em todo o mundo devido à sua simplicidade, praticidade e baixo custo.

Baseado na emissão de radiação do tipo raio X, esse exame gera uma imagem sobreposta dos objetos atravessados por ela, o que permite a avaliação de ossos, pulmões e outras estruturas do corpo humano.

Embora seja comum, o exame de raio X continua cercado de mitos e enganos. Quer descobrir, então, o que é mito e o que é verdade sobre o exame de raio X? Confira!

1. Grávida não pode realizar exame de raio X: mito

É verdade que a exposição do feto à radiação pode prejudicar o seu desenvolvimento e provocar malformações, mas isso não significa que a gestante está completamente proibida de realizar exames desse tipo.

O mais importante é que o exame de raio X seja feito apenas quando necessário e não envolva a região da barriga para que o feto possa ser protegido com o uso de cobertores de chumbo.

Além disso, sempre que possível, o exame deve ser realizado após o primeiro trimestre da gravidez, já que essa é a fase de maior risco para o bebê.

2. Quem trabalha realizando exame de raio X desenvolve câncer: mito

Atualmente, os equipamentos de raio X emitem uma radiação bem pequena durante a realização do exame, já que muitas vezes a imagem ainda passará por um processamento digital no computador que a torna mais nítida.

Somando-se a isso o fato de que os técnicos de raio X e os radiologistas utilizam vestimentas de proteção, a exposição ocupacional à radiação é mínima e não chega a ser um fator de risco considerável para o desenvolvimento de câncer.

3. O exame de raio X fica pronto na hora: verdade

Antigamente, quando o exame de raio X era feito em chapas, era necessário passá-las por um processo de revelação química para que a imagem se tornasse visível. Atualmente, a maioria dos hospitais e clínicas já realiza radiografias do tipo digital, que são geradas no computador alguns segundos após serem tiradas.

Embora isso não signifique que a imagem fique disponível para o paciente ou para o médico imediatamente, o processo de impressão ou de envio digital não costuma demorar mais que algumas horas.

4. Raio X só vê ossos: mito

O exame de raio X não é o ideal para a visualização de órgãos feitos de tecido mole, como coração e fígado, ou órgãos completamente protegidos por uma estrutura óssea, como o cérebro.

Apesar dessas limitações, o raio X simples vê muito mais do que o esqueleto e é essencial para o diagnóstico de diversas patologias pulmonares, mamárias e intestinais.

Quando há uso de um contraste, é possível, ainda, avaliar bem outras estruturas ocas, como o esôfago, o estômago, o duodeno, o útero e a região final do intestino.

5. Quem tem marca-passo e pinos metálicos pode realizar raio X: verdade

Como o equipamento de raio X não produz qualquer tipo de radiação eletromagnética, não há risco de dano para os aparelhos de marca-passo ou qualquer outra estrutura metálica presente no organismo do indivíduo.

Ao exame, o marca-passo e os pinos serão visíveis como uma sombra branca na imagem, já que eles impedem a passagem da radiação e a queima do filme naquele local.

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