Conheça quais são os riscos da automedicação

Quem nunca comprou um medicamento sem prescrição após sentir dor ou ter febre? Ou então procurou na internet sobre qual remédio tomar quando tem certos sintomas, tentando fazer o tratamento por conta própria? Mesmo que a prática seja comum, é também perigosa, pois muita gente não tem consciência dos riscos da automedicação para a saúde!

Publicado por Grupo Biocentro
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Conheça quais são os riscos da automedicação

Quem nunca comprou um medicamento sem prescrição após sentir dor ou ter febre? Ou então procurou na internet sobre qual remédio tomar quando tem certos sintomas, tentando fazer o tratamento por conta própria? Mesmo que a prática seja comum, é também perigosa, pois muita gente não tem consciência dos riscos da automedicação para a saúde!

A automedicação é vista pela maioria das pessoas como uma solução imediata para aliviar os sintomas, mas pode causar consequências bem mais graves do que a própria doença.

Segundo dados da OMS, todos os dias uma pessoa morre pelo uso indevido de medicamentos. Só aqui no Brasil, cerca de 10% da população utiliza cinco ou mais remédios por dia, e a maioria sem prescrição médica ou por indicação de amigos ou vizinhos. Muitos ainda acabam confundindo as medicações na hora de tomar.

Você conhece os principais riscos à saúde causados pela automedicação? Então continue acompanhando nosso artigo, vamos falar mais sobre o assunto a seguir!

Intoxicação e efeitos colaterais dos medicamentos 
A maioria dos casos de intoxicação e de efeitos indesejados no organismo acontece porque: as pessoas, geralmente, tomam algum medicamento que foi recomendado por alguém que não é profissional da saúde; ou tomam na dose inadequada ou porque não conheciam as possíveis interações medicamentosas com os remédios que já fazia uso.

E engana-se quem acha que só está em risco quem faz o uso de medicamentos tarja preta: no Brasil, devido à facilidade de compra, os medicamentos mais vendidos são os anti-inflamatórios, antibióticos, antidepressivos e analgésicos, e eles também podem ser altamente tóxicos.

É importante observar os sinais que a intoxicação podem provocar, desde os menores efeitos não esperados como irritação nos olhos, nariz, garganta, até mesmo sintomas mais graves como falta de ar ou alergias na pele. Outros sinais importantes são a asfixia e a sensação de anestesia, ou seja, a perda de sensibilidade.

No caso de qualquer sinal de intoxicação ou de efeitos colaterais causados pela medicação, é fundamental procurar atendimento médico com urgência. Só o profissional será capaz de diagnosticar corretamente e reverter o quadro. Não tente tomar outro medicamento para tratar os efeitos colaterais do primeiro, nem para tratar a intoxicação!

Agravamento de doenças
Todo doença apresenta um quadro clínico típico. O que isso quer dizer? Que cada sinal ou sintoma é um indicativo do organismo de que algo não vai bem e, são essas alterações presentes no exame que ajudam o médico a fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento mais adequado para cada doença.

Ao tratar os sinais e sintomas usando remédios sem indicação médica, além de ignorar os riscos da automedicação, você está silenciando seu organismo de algo que pode levar ao seu diagnóstico, ou seja, estará negligenciando ou mascarando indícios de um problema mais grave, que se não for corretamente tratado, pode ser fatal. 

Aumento da resistência aos microrganismos 
O uso indiscriminado de antibióticos é realizado não apenas pela população de forma geral, mas também pelas instituições de saúde e em práticas agropecuárias, o que multiplica a preocupação relativa à seleção de microrganismos resistentes e com grande potencial patológico.

Em resposta à presença constante dos limitados antibióticos que conhecemos no meio ambiente, as bactérias evolutivamente mais adaptadas mudam seu modo de vida, formando biofilmes. Nessa estrutura, elas formam uma grande colônia aderida à superfície, ligando-se umas às outras e produzindo substâncias protetoras que aumentam sua toxidade.

Se estiver realizando tratamento com antibiótico, certifique-se de que a dosagem está correta. Nunca interrompa um tratamento antes do período previsto, ainda que os sintomas regridam. Não aceite ou faça doação de cartelas e comprimidos de antibiótico restantes de algum tratamento.

Portanto, é importante ter consciência que a automedicação é perigosa quando feita de maneira indiscriminada e sem conhecimento. É importante sempre consultar um médico e realizar os exames indicados quando suspeitar de alguma doença. Lembre-se dos riscos da automedicação à sua saúde antes de tomar qualquer remédio!

Gostou deste conteúdo? Ainda tem alguma dúvida? Entre em contato conosco, ficaremos felizes em poder ajudar!

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